quarta-feira, maio 25, 2005

Gravata - A elegância mora no detalhe

Agora que vou usar mais gravatas e ternos, achei este texto na revista da Tam e resolvi colocar um trecho aqui.

Quando surgiram, as gravatas eram lenços amarrados ao pescoço dos soldados e serviam para o indivíduo limpar o rosto de sangue ou suor. Os primeiros sinais que indicam o uso da gravata remontam ao século III a.C. Durante escavações, na década de 70, arqueólogos desenterraram 7.500 corpos de guerreiros chineses e todos traziam no pescoço um pedaço de tecido amarrado. Na Roma Antiga, para proteger a garganta do frio, os guerreiros amarravam um pedaço de linho em volta do pescoço, algo entre a echarpe e a gravata dos dias de hoje.

Mas foi durante o reinado de Luís SIV, o "Rei Sol", de 1643 a 1715, na França, que surgiu oficialmente a gravata. Conta-se que o rei, inspirado no uniforme dos soldados de um regimento do exército croata, ordenou ao alfaiate que adaptasse a novidade às suas roupas. Em pouco tempo, o novo adereço chegou às ruas e o povo deu um toque à invenção real: passou a prender o tecido em torno da gola com um charmoso nó. Nascia a gravata.

A moda, nos últimos cem anos, concedeu muito pouco ao mundo masculino. Por isso, no ambiente de trabalho, a gravata é o único acessório que permite ao homem revelar ao mundo exterior um pouco de sua personalidade.

Não se sabe quem foi o autor do desenho tradicional da gravata, mas desde que surgiu, quase nada mudou e seu formato clássico se mantém.

A gravata tem de funcionar como uma moldura, que deve ser forte para delinear a obra, sem chamar muita atenção para si. Também é importante combinar o nó com o colarinho da camisa. Cada colarinho pede um nó de gravata. O nó deve sempre preencher a abertura do colarinho. Além disso, alguns valorizam pescoços longos, como o Windsor, outros, os curtos, como o Four-in-Hand.

Para dar equilíbrio e harmonia ao conjunto, a gravata deve terminar sobre a fivela do cinto. Quando ela fica acima, no meio do abdômen, deixa a impressão de que quem a usa é barrigudo. Quando fica muito abaixo da fivela, parece que "fecha" os ombros, o que dá a impressão de desalinho.

Os prendedores de gravata, apesar de funcionais, são considerados bregas. No dia-a-dia do trabalho até são aceitáveis, mas são condenados em eventos sociais.


por Cristiano Siquinelli Silva

segunda-feira, maio 02, 2005

"Conhecer o diferente é uma experiência prazerosa e enriquecedora. O que pode nos assustar é que esse novo, para ser entendido, cobra de nós um esforço para que nos libertemos de idéias pré-concebidas há muito fixas em nossa cabeça. Quando conseguimos, o salto é estupendo."

Livros interessantes

Alguns livros que recomendo a leitura:
  • Pai rico, Pai Pobre
  • E se o capitalismo acabasse
  • Amor é prosa, sexo é poesia
por Cristiano Siquinelli Silva
"Assim que você pensar que sabe como são realmente as coisas, descubra outra maneira de olhar para elas" (Do filme Sociedade dos Poetas Mortos)

recebi num e-mail do meu Prof. Sérgio Vicentin

Uma mensagem muito bonita sobre relacionamento e vida a dois (Osho)

"If two people are dependent on each other, clinging, possessive, if they don't allow each other to be alone, if they don't allow each other space enough to grow, they are enemies, not lovers; they are destructive to each other, they are not helping each other to find their souls, their beings. What kind of love is this? It may be just fear of being alone; hence they are clinging to each other. But real love is capable of being alone, utterly alone, and out of that aloneness grows a togetherness.Kahlil Gibran says: Two lovers are like two pillars of a temple -- they support the same roof, but they stand separate; together as far as supporting the same roof is concerned, but utterly separate as far as their own being is concerned. Be pillars of a temple, supporting the same temple of love, the same roof of love, yet rooted in your own being, not distracted from there. And then you will know both the beauty, the purity, the cleanliness, the health, the wholeness of aloneness, and you will also know the joy, the dance, the music of being together".

Osho, compilado do livro: The Dhammapada: The Way of the Buddha

por Cristiano Siquinelli Silva